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sexta-feira, 6 de maio de 2011

FEIJÃO DE CORDA PODE SER ARMA CONTRA CÂNCER DE MAMA

Foto: Divulgação / Plantação na Estação Biológica da Universidade de Brasília
Amigas de luta,
Nem tudo está perdido, vejam só que notícia ótima, mais uma descoberta para tratamento de câncer de mama.
Substância da planta mata célula cancerígena sem afetar sadias. Cientistas da UnB descrevem descoberta em publicação internacional
Cientistas da Universidade de Brasília (UnB) encontraram uma substância no feijão-de-cordacapaz de tratar o câncer de mama. A descoberta pode ser o ponto inicial para um medicamento que reduza os efeitos colaterais da quimioterapia e da radioterapia.

Segundo o estudo, molécula encontrada no grão – chamada BTCI – mata as células cancerígenas sem afetar as sadias. “Ela causa a fragmentação do material genético e altera outras organelas citoplasmáticas das células do câncer”, disse a pesquisadora Sônia Freitas, uma das responsáveis pela descoberta.
A pesquisa durou quatro anos e foi divulgada na revista "Cancer Letter", publicação internacional sobre descobertas relacionadas à doença. O método utilizado foi o da observação in vitro, em que linhagens de células cancerígenas foram expostas à BTCI.
Os testes em humanos e o desenvolvimento do novo tratamento devem acontecer nos próximos anos. “Provavelmente será um tratamento via oral ou endovenoso, já que a substância é consumida naturalmente pela população”, disse a pesquisadora.
Segundo o Instituto Nacional do Câncer, por ano, a doença afeta 49 em cada 100 mil pessoas no Brasil. A região Centro-Oeste é a terceira com maior número de casos, em que a proporção é de 38 mil para cada 100 mil.
DESAFIANDO O CÂNCER TRAZENDO NOVIDADES PARA VOCÊ.

quinta-feira, 7 de abril de 2011

Brasil vai produzir quatro novos medicamentos


Brasil vai produzir quatro novos medicamentos
Parcerias permitirão produção nacional de remédios contra mal de Parkinson, AIDS, artrite reumatóide e doença de Crohn.
Quatro novos medicamentos serão fabricados no Brasil a partir de parcerias entre empresas públicas e privadas articuladas pelo Ministério da Saúde. Os acordos que viabilizam a produção nacional de tratamentos de doença de Parkinson, AIDS, artrite reumatóide e doença de Crohn foram assinados nesta terça-feira, 5 de abril, em reunião com representantes do governo federal e da indústria farmacêutica, em Brasília.
As novas Parcerias Público-Privadas (PPPs) fortalecerão o complexo industrial brasileiro e resultarão em uma economia de R$ 700 milhões no decorrer de cinco anos – período em que o país deverá se tornar autossuficiente na produção destes medicamentos. “Essas parcerias representam perspectiva de ampliar o acesso da população a medicamentos e, ao mesmo tempo, o nosso compromisso de enfrentar cada passo para o desenvolvimento tecnológico do Brasil”, afirmou o ministro da Saúde, Alexandre Padilha.
As medidas também prevêem redução do déficit anual de mais de US$ 10 bilhões na balança comercial do setor de saúde. “Com a economia que vamos obter, ampliaremos e melhoraremos o acesso da população a medicamentos e outros produtos para a saúde”, explica o secretário de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos do Ministério da Saúde, Carlos Gadelha.
As quatro novas parcerias envolvem o laboratório público Farmanguinhos e o privado Bristol Myers/Nortec para a produção do antirretroviral Atazanavir (aids); o Laboratório Farmacêutico do Estado de Pernambuco (Lafepe) e o Merck Sharp & Dohme (MSD) / Nortec para produção do antirretroviral Raltegravir (AIDS) e a Fundação para o Remédio Popular (Furp) e o Boehringer/Nortec para a produção do Pramipexol (mal de Alzheimer). Além disso, o Instituto Vital Brazil (IVB) e a PharmaPraxis vão se unir em um projeto de pesquisa para a fabricação do medicamento Adalimumabe (artrite reumatóide e doença de Crohn).
Fonte: Agência Saúde
Postado por: Bruno Moreira

Notícia muito boa e tem que ser divulgada